São sete da manhã e você já tá na cozinha, com o cabelo preso do jeito torto de quem nem se olhou no espelho, o café derramou na borda da xícara e uma criança grita "cadê meu tênis?" enquanto sua cabeça martela com listas penduradas e nenhuma parte sua incluída nelas. Por dentro? É como se alguém tivesse apagado as luzes de casa e você, tentando funcionar no escuro, tropeçasse em tudo: na culpa, no cansaço, na sensação de que você sumiu de si. E mesmo rodeada de gente — trabalho, filhos, casa — a solidão é surda e mora ali, bem entre o que você era e o que sobrou agora. Mas existe uma fresta. Um espaço secreto que ninguém te contou — onde em menos de 10 minutos, entre uma respiração cansada e outra, as cores se alinham como se te sussurrassem “volta pra ti”. Cem Cores para Dias Nublados não é só um livro: é o Ritual das Cores Curativas que te devolve o chão, o sentido e aquela mulher que você jurava não existir mais.